A habilidade dos bebês e das crianças aprenderem sobre o mundo pela imitação não se limita a o que eles veem. Um dos mais memoráveis momentos para os pais é quando seu bebê consegue enunciar sua primeira palavra. Mesmo que a palavra apenas semelhe a o que um adulto diria, por exemplo, “papá” no lugar de “papai”, o progresso da criança rapidamente atinge o nível de centenas de palavras que qualquer um entenderia.

Nossa compreensão de cada palavra depende de como interpretamos o som que cai nos nossos ouvidos. O ouvido ouve, a mente escuta. Os mesmos sons em uma língua pode significar algo totalmente diferente em outra, como “來” (lái), “vir”, em chinês, soa como “lie?” em inglês, “mentir?”.

Uma pequena mudança de sons também poderia causar confusão ao ouvinte, frequentemente em línguas com uma grande variedade de vogais. O significado desejado é, na maioria dos casos, deduzido pelo contexto, e nos demais casos, clarificado apenas depois de umas gargalhadas. Um exemplo é a diferença entre “beet” (beterraba, em inglês) e “bit” (mordeu). Em português, as vogais nessas duas palavras corresponderiam mais ou menos a um “i” prolongado (xiiiii!), e o “ê” de “o quê?” O exato vogal do “bit” não existe no português.

Na minha experiência estudando sete idiomas, sempre pûs um ênfase na pronúncia correta, ou padrão. Cumprimentando a outra pessoa como se você fosse um compatriota sempre fará uma ótima primeira impressão. Você será levado mais a sério, aumentando sua auto-confiança. Assim, um “ciclo virtuoso” se desenvolve, e nas conversas com falantes nativos eles poderiam até te ajudar a aprimorar seus conhecimentos da língua deles.

Aguarde a apresentação do método Chang, cujo objetivo é o aprimoramento do inglês americano, principalmente na pronúncia e aprendizado de frases chaves, desenvolvido particularmente para brasileiros. Crie o seu “ciclo virtuoso” de inglês!